USP consolida 2º lugar na América Latina e Brasil domina o topo de ranking universitário
A Universidade de São Paulo (USP) manteve, pelo segundo ano consecutivo, a posição de 2ª melhor universidade da América Latina, de acordo com o ranking da QS Quacquarelli Symonds divulgado nesta quinta-feira (1). A liderança regional continua com a Pontifícia Universidad Católica de Chile (UC). Na avaliação, que classificou 517 instituições de 27 países, o Brasil desponta como a nação com a maior presença geral, totalizando 137 universidades ranqueadas.
Além da liderança quantitativa, o Brasil domina a elite da lista com o maior número de representantes no top 10. Acompanhando a USP, destacam-se outras três instituições públicas brasileiras: Unicamp (3º lugar), Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ (5º lugar) e Unesp (6º lugar).
O destaque da USP no levantamento é reforçado pela nota máxima obtida em reputação acadêmica e reputação junto a empregadores. A instituição paulista também lidera a região em três indicadores específicos: artigos por corpo docente, rede de pesquisa internacional e impacto na web. Este desempenho positivo reflete o bom momento da USP em outras avaliações globais recentes, como o THE World University Ranking, onde figurou pela primeira vez entre as 150 melhores do mundo (141ª posição), e o chinês ARWU, no qual foi a universidade ibero-americana mais bem colocada.

Opinião do site
A massiva presença brasileira no ranking QS da América Latina, com 137 instituições classificadas, é a prova inquestionável da força e da relevância do ensino superior no país. Ver quatro universidades públicas nacionais (USP, Unicamp, UFRJ e Unesp) figurando entre as seis melhores de todo o continente demonstra que o eixo da excelência acadêmica e científica da região passa obrigatoriamente pelos nossos campi.
O caso da USP merece um destaque particular. Ao se consolidar no topo latino-americano e bater recordes em avaliações globais rigorosas, como o ranking THE e o ARWU, a universidade reafirma o seu papel como potência em pesquisa internacional e formação de profissionais de elite. O reconhecimento máximo tanto por parte dos acadêmicos quanto dos empregadores evidencia que a produção dessas instituições públicas não está isolada em uma bolha, mas gera prestígio, impacto tecnológico e retorno direto para a sociedade e para o desenvolvimento da região.

